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O chiclete sedutor
ogo que a moeda brasileira passou a chamar-se Real era uma beleza. O dinheiro tinha algum valor. Quem não se lembra da campanha política do então candidato F.H.C, dizendo que com apenas um real dava para fazer um bolo? Vai tentar fazer o mesmo bolo hoje...rs.. Deixando de lado o cunho político deste início de mensagem, lembrei-me de um fato ocorrido nesta época que nosso dinheiro valia alguma coisa e que eu já tinha habilidade para gastar. Habilidade esta que você vai conferir nas linhas abaixo. Se tem uma coisa que não gosto é ficar andando Pois bem, tinha eu trabalhado na Campanha Eleitoral, fazendo boca de urna para um candidato que era amigo da família. Ganhei um salário mínimo por um dia de trabalho, dia este que não fiz absolutamente nada, se distribuí dois santinhos foi muito, o resto foi parar em um bueiro..(Olha eu contribuindo para as enchentes...) e ainda comi 02 lanches grátis. Se você souber de outro emprego assim, por favor, me informe. Para um garoto de 12 ou 13 anos estava realizado. Estava pensando na melhor forma de “torrar” (Nenhuma referência a fogo, por favor) aquele dinheiro, quando vejo um comercial com NUNO LEAL MAIA, convidando a todos para conhecerem o recém-inaugurado shopping Aricanduva. Não estava nem aí para o shopping, mas em um flash do comercial, vi uma coisa que muito me interessava: As diversões eletrônicas. Chamei Diego, um vizinho meu e nos mandamos para o shopping. Quando chegamos lá, o shopping nem tinha aberto as portas ainda, tivemos que esperar por alguns minutos para entrar, mas não estava preocupado com isto, queria mesmo é me divertir. Ao entrar, me dirigi a um guichê da PLAYLAND e pedi boa parte do dinheiro Nos divertimos muito com as máquinas, comemos e chegou a hora de ir embora. No bolso de cada um, a quantia de R$ 0,50, valor exato para a passagem de ônibus de volta. (Como o ônibus era barato, né?). Foi aí que avistamos a perdição: Uma bola gigante cheia de chicletes redondos e coloridos. O preço dos chicletes? R$ 0,50. PENSEI, PENSEI, PENSEI, conversei com Diego e com o anjinho e com o diabinho que sempre aparecem nos desenhos animados. (Pois é, apareceram para mim também). Evidente que escolhi a opinião do diabinho, que tinha até um argumento interessante: “ Você vai lá, compra a ficha, gira a manivela e enche a mão de chicletes, que ajudarão no seu caminho de volta para casa”. Fiquei igual àquele personagem da extinta ESCOLINHA DO PROFESSOR RAIMUNDO: Porque não comprá-lo? Porque não comprá-lo? Porque não comprá-lo? COMPREI-O-O! Ao girar a manivela, saiu assim a quantia de: 01 chiclete para cada um. Que raiva, deu vontade de chutar aquela bola, estrategicamente colocada à saída do shopping e de muitos outros estabelecimentos por todo o país. Iniciamos a caminhada de volta para casa, por volta de 13:00 horas, com o termômetro do relógio marcando 36º C. Como já era de se esperar, o doce do chiclete acabou antes de completarmos Eu suava, estava cansado com aquele sol forte batendo na cabeça e não tendo coragem de pedir carona para nenhum motorista de ônibus, decidi continuar minha VIA-CRÚCIS. O “anjinho” ficava falando no meu ouvido: “eu te disse”, “eu te disse” e quase mandei ele a “*******”. Como desgraça pouca é bobagem, em todos os bares que parávamos para pedir água, recebíamos a informação de que não havia água no bairro. Ò dia, ó céus, ó vida, ó azar...Sem dinheiro, num calor infernal, morrendo de sede e longe de casa... 02 horas depois estávamos Quer um conselho? Pra que mascar chicletes? Estraga os dentes e pode te dar canseira, suor, bolhas nos pés e uma sede descomunal. Por hoje é só! URUBUSERVANDO – Palavra do vocabulário Doido na Net®, derivada de URUBUSERVAR, ação em que o ser humano se assemelha ao URUBU a observar e esperar um animal moribundo virar carniça. Doido na net® também é cultura.
- Postado por: Feio, pobre mas limpinho às 19h36 [ ] [ envie esta mensagem ] O Balão e eu Antes de começar com esta mensagem quero dizer que os nomes e fatos nela citados são reais e acontecidos com o autor deste blog. Hoje estava me lembrando de alguns fatos que aconteceram comigo na infância: Alegrias, tristezas, frustrações, vitórias, brincadeiras e porque não dizer surras. Não recebi uma educação que pode ser chamada de rígida; acredito hoje que meus pais me corrigiram da maneira correta, mesmo que muitas vezes tenha “praguejado” contra as formas de correção aplicadas. Hoje, vejo uma sociedade distorcida; filhos matando pais e/ou vice-versa, talvez chegando a este ponto por causa de perda de valores que enfrentamos nesta sociedade moderna. Mas, deixando de lado relacionamentos entre pais e filhos, quero contar a vocês um fato ocorrido há alguns anos atrás comigo: Eu devia ter uns 08 anos de idade, talvez até menos; e me lembro de todos os domingos acordar ao som de fogos de artifício. Sempre por volta de 7 da manhã se ouvia o estrondo causado pelas “baterias” que eram colocadas em dezenas de balões enormes que coloriam o céu da região onde moro. Religiosamente todo domingo. Eu ficava fascinado com aquilo, corria para a rua e não voltava para casa até que o último balão sumisse do meu campo de visão. O interessante é que sempre esperava que algum deles poderia cair ali como naquela cantiga de roda “CAI, CAI: BALÃO”. Inocência infantil. Nenhum caiu. Meu pai me trazia álbuns de figurinhas contendo fotos de balões, o que aumentava ainda mais o meu gosto pela coisa...Era quase uma obsessão. Certo dia, jogando bolinha de gude com Nepomuceno, (um vizinho que hoje tem 25 anos de idade) tivemos a brilhante idéia: Vamos fazer o nosso balão. Compramos folhas vegetais (aquela de fazer pipas), das mais diversas cores e passamos a tarde inteira cortando, colando, imaginando, enfim; preparando aquele que até então seria o maior projeto de nossas vidas. Por volta de 9 horas depois, com 08 folhas, um tubo de cola e um pedaço de arame (Maravilha da engenharia), estava pronto o nosso balão. Pompom (apelido de Nepomuceno que ele odiava, mas não tinha como escapar, pois sua própria mãe o havia colocado e fazia questão de repeti-lo aos 04 ventos) precisava ir embora. Estava tarde. Naquela época criança tomava banho, jantava e dormia antes das 21 horas. Combinamos de fazer a tocha no dia seguinte e finalmente ver o balão no céu. Imaginem como foi dormir naquela noite. A ansiedade me corroia por dentro; não via a hora de ver aquele balão nos ares. Quase nem dormi. Às 7:30 da manhã já estava à porta de Dona Mercedes a chamar por Pompom, que neste dia não sairia de casa, pois estava de castigo. Voltei para casa arrasado: o lançamento do balão seria adiado. Desdobrei o balão com cuidado e o amarrei no teto da sala em um relógio que ficava pendurado no teto. Nem assisti televisão naquele dia, porque o balão tampava a frente do televisor. Peguei o meu inseparável cobertor (Acho que você já deve ter visto algo semelhante no desenho Snoopy) deitei no sofá da sala e fiquei a contemplar o balão. Foi aí que vieram as perguntas na cabeça: Será que sobe? Será que não vai vazar o ar quente? Será que não está pesado demais para inflar? Esses e muitos e outros “Serás” surgiram em minha cabeça naquele instante. Deitado, olhava para o balão e sentia que olhava para mim, era quase um namoro...Uma sensação indescritível. Foi aí que tive mais uma das muitas “idéias brilhantes” na vida. Precisava testar o balão. Fui a cozinha de casa, peguei uma vela, acendi e corri para sala. Coloquei com muito cuidado a vela na boca do balão e fiquei contemplando ele se inflar...Santa ignorância... A esta altura, já tinha feito a tocha do mesmo. A vela pingou um pouco de cera com fogo, caiu na tocha, a tocha acendeu, o balão encheu e o Wesley............Correu. Resultado da arte: O teto, o sofá, o tapete, o inseparável cobertor e algumas outras coisas chamuscadas... Depois deste dia, concordo em gênero, número e grau com a expressão...NÃO SOLTE BALÕES. - Postado por: Feio, pobre mas limpinho às 23h18 [ ] [ envie esta mensagem ] Dona Flor e seus dois maridos, PARTE I Quando eu tinha uns 15 anos, fui com um grupo de amigos fazer farofa* na Praia Grande, alugamos uma casa e iríamos lá passar os 4 dias do feriado de carnaval. Estávamos em um grupo grande. Eu tinha um amigo chamado Júnior**. Júnior era um dos meus melhores amigos à época e o é até hoje; porém não temos mais tanto contato assim. Em um destes dias na praia, Júnior me pediu que fosse com ele a uma outra praia, em Mongaguá, para que pudéssemos fazer serenata pra sua namorada Flor**, que eu nem conhecia. Chamamos os outros garotos e juntamos a galera, peguei o violão, entramos num FIAT 147 de um amigo e nos mandamos para a casa onde estavam hospedadas as garotas. Um pequeno detalhe: Imagine você: 8 rapazes e um violão dentro de um FIAT, sem contar que o dono do FIAT, media aproximadamente 02 metros e pesava seguramente mais de 100 kgs. Poderíamos ter filmado a cena e vendido para uma fábrica de sardinhas fazer um comercial. Voltando a história, chegamos a casa das meninas, peguei o violão, dei o acorde inicial e mandamos ver naquele grande sucesso do Wando, “Você é Luz”. Não demorou muito para as meninas abriram a janela do quarto e mandarem um belo balde d’ água fria na galera. Depois do desgosto, voltamos desconsolados e chateados pra nossa casa, pois havíamos ensaiado uma super performance com direito a coreografias e alguns trechos da música cantados no mais puro inglês. “You is light”, na nossa cabeça seria um sucesso absoluto. Acabei nem conhecendo Flor, a namorada que Júnior sempre falava. Aproximadamente um ano depois deste fato; eu na minha própria presença e assassinando a língua portuguesa; conheci uma garota e, por ela me interessei e deu-se o caso que ela também se interessou-se por mim...Nossa, to assassinando mesmo o português, hein? Chega, voltemos a escrever normalmente. Pois é, ela se interessou por mim e começamos a namorar. Eis que em um belo dia, estávamos conversando sobre coisas engraçadas que já havíamos feito e eu comentei sobre o fato ocorrido na farofa da praia. Ela começou a rir, dizendo que por isso tinha a impressão de me conhecer antes de efetivamente termos nos conhecido. Fiquei sem entender naquele instante até que juntei o nome aos fatos. A minha nova namorada era a velha namorada de Júnior que nos veria juntos, alguns dias depois... Por hoje, esta história que tem um outro capítulo fica por aqui. Frase do dia: “Ter ciúme de mulher feia é como pôr alarme em Fiat 147” Legenda: *Expressão popular, “fazer farofa” significa ir a praia sem ter dinheiro algum ou apenas pra comer um franguinho e fazer um bate e volta. **nomes fictícios Até o próximo... - Postado por: Feio, pobre mas limpinho às 12h18 [ ] [ envie esta mensagem ] Um dos meus primeiros empregos foi em uma corretora de seguros. Eu era Auxiliar de Produção: uma forma diferente de chamar-me de vendedor. Era legal trabalhar lá. Parecia o clube do bolinha. Apenas homens trabalhavam naquele pequeno cortiço na região da Vila Mariana em São Paulo. Cada um tinha seu apelido. Humberto, um tremendo figura era chamado de Humbertôncio, Paulo era Jacaré, André o chefe, era Toco; Kleber era o Castrinho, Marcio era conhecido como Misericórdia ou Pai Vavá, mas lá existiam figuras mais bizarras como o Bomba que não me recordo o nome e o próprio dono da Corretora, Sr. Edman mais conhecido como Tiozinho, e que eu poderia escrever horas sobre ele, mas teria que classificar o meu blog para maiores de 18 anos...rsrs... Na verdade nem sei porque estou escrevendo sobre o lugar. Lembro-me das conversas, das bagunças que fazíamos quando não estávamos ligando para clientes. Nosso passatempo predileto era ficar passando trotes para os outros vendedores ou até mesmo para os clientes. O lugar era uma zona. Fazíamos bagunça o dia inteiro. Bomba era o apelido de um rapaz que ficou por menos de 03 meses na corretora. Ele era hilário. Pense você comigo: Um rapaz de um 1,60 m, todo metido a Alexandre Frota equipado com o cérebro da Carla Perez... Pensou na figura? Cheio de orgulho ele nos contava suas aventuras. Teve um dia que tomou 07 multas de trânsito em seguida, pois disseram pra ele que se dirigisse a mais de 170 km por hora, não seria detectado pelo radar...Pegou seu opalão e na Avenida Ricardo Jafet, resolveu fazer o teste. Não conseguiu. Resultado: 07 multas de R$ 543,00. Todos os dias, Bomba levava um complexo vitamínico pra tomar na hora do almoço e então resolvemos pregar uma peça nele que já estava nos enchendo a paciência com sua mania de ser o “bom”. Castrinho e eu, aproveitamos nosso horário do café e fomos a uma farmácia onde compramos dois envelopes de Lacto Purga. Moemos os comprimidos e jogamos dentro da bomba do Bomba. Foi “bomba” a tarde inteira. Até foi um pouco difícil ficar na sala, pois o cheiro era insuportável. A música estourada nas rádios naquele ano era “Bomba” e ficamos cantando o dia inteiro, rindo da cara do rapaz... Essa foi minha veia maldosa....Não faria mais isto hoje, na verdade fiquei com remorso depois disso porque ele ficou 03 dias sem ir trabalhar por causa do pequeno desconforto intestinal. Alguns casos ocorridos em conversas dentro dessa corretora. O cliente me liga e diz que bateram no seu carro. Eu pergunto: O senhor é o terceiro no caso? Ele responde: Não, foram só 02 carros na batida. Eu ligo pro cliente para uma renovação de seguro do carro e procurando saber se ele ainda tinha o mesmo veículo, pergunto: O Senhor ainda está com a Besta? Ele responde: Sim, to casado a 30 anos... (Como seria o casamento deste senhor?) O cliente liga e diz que necessita de um guincho pois seu carro está quebrado em uma das marginais. Pergunto: Que tipo de pane é? Ele responde: Não é pane, é um Vectra. Para terminar, estávamos conversando um dia, observando a construção do novo prédio da Corretora que ficava ao lado do cortiço, e haviam dois rapazes pendurados no prédio fazendo a pintura do mesmo. Um dos vendedores olha para a cena e exclama: Taí, um esporte que gostaria de praticar: HIPISMO!!! É, para praticar hipismo, só faltava o jóquei, pois o jumento já tinha...rsrs!!! Até logo! - Postado por: Feio, pobre mas limpinho às 20h43 [ ] [ envie esta mensagem ] É, depois de um inverno considerável, estou de volta. De volta porque preciso escrever. Sinto esta necessidade. Volto a escrever minhas histórias, opiniões, alegrias e frustrações sem a pretensão de fazer deste blog, um blog conhecido. Espero aqui rever amigos, pessoas que fizeram parte de minha “trajetória blogal” se é que posso usar esta expressão. Farei deste espaço um passatempo agradável para todos aqueles que me visitarem e para mim mesmo, mas sem a responsabilidade de postar todos os dias ou semanalmente. Virei aqui quando também me vier a inspiração. Obrigado por sua visita e divirta-se! Se puder...rsrs Cadê a mala do mala? Um ano se passou desde a última vez que bloguei. Não tinha idéia de como as coisas podem mudar em um ano. Minha vida em nada se parece com a vida que tinha há pouco mais de 400 dias atrás: Nova vida, nova casa, novo emprego, novas idéias, novo carro e novos amigos. E a história de hoje é sobre um deles... Conheci Abednego, leia-se Abidênego, (se é que se pode chamar isso de nome) em Setembro de 2005; foi apenas um encontro rápido, uma apresentação formal e depois não nos vimos mais. Em outubro viajei com uns amigos para Maringá no Paraná. De lá, esses meus amigos prosseguiriam viagem para Foz do Iguaçu e eu retornaria com o carro de um deles para SP. Na hora de ir embora, encontro novamente com Abduzido, ou melhor Abóbora, Absurdo, ah, vcs sabem; o sujeito de nome esquisito e que retornaria para SP comigo. Conversamos bastante durante a viagem, nos tornamos amigos e hoje além de trabalharmos no mesmo lugar, dividimos o aluguel em uma república com mais duas pessoas. Pois bem... Abidenaldo ou melhor Absinto(uso estes trocadilhos pq nunca o chamo pelo nome) é natural da Bahia e já ganhou diversos apelidos como Boneco de Olinda, Mamulengo e outros, todos causados pelo pequeno (ironia a minha, não...rsrs) tamanho e formato anatômico de sua cabeça...Mas isso é uma outra história. Certo dia Absorvente entrou de férias e foi viajar para MS...Na volta faria sua primeira viagem de avião. Me mandou um torpedo dizendo que chegaria as 6 da manhã em Congonhas e se eu poderia ir busca-lo no aeroporto. Como minha veia “Madre Teresa” estava aflorando naquela semana, resolvi fazer tal caridade e no dia combinado parti para buscar Absenteísmo. Cheguei no aeroporto as 6 da manhã, conforme o combinado e ao conferir o monitor de chegadas vi que o distinto cidadão chegaria as 6 e 20. --Ufa, estou no horário! Pensei... Quando eram por volta de 7 horas, avisto uma cabeça grande toda sorridente, parecendo criança quando acaba de ganhar presente, vindo em minha direção, todo feliz por ter voado pela primeira vez. Reparei que ele só estava com uma pequena bagagem de mão e perguntei? Abacaxi, onde estão suas malas? E ele respondeu: Não sei. Aonde é que pega? Mostrei para ele a área do desembarque aonde são retiradas as malas e ele se foi para buscar a sua mala... O tempo foi passando e eu fui ficando preocupado. Já eram quase 10 da manhã e nada de Abilênio aparecer... Liguei para ele e perguntei: Boneco de Olinda, cadê você? E ele respondeu: ---Cara, já vi minha mala passando numa esteira umas 10x mais ninguém veio me entregar. O que faço? Bem, sem comentários e até o próximo post.... - Postado por: Feio, pobre mas limpinho às 15h42 [ ] [ envie esta mensagem ]
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